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Assessment

Cognitive Readiness Assessment

Instrumento de avaliação individual — AI-Human Thinking Program

A soberania cognitiva não é um conceito abstracto — é uma capacidade mensurável. Este instrumento avalia duas dimensões: a capacidade de avaliar criticamente outputs de IA (Literacia Algorítmica), e a consciência dos próprios padrões de decisão (Metacognição).

Sem esta avaliação, a supervisão humana é ceremonial. Alguém que não sabe identificar um falso positivo, ou que não reconhece o seu próprio viés de confirmação, não está a supervisionar — está a carimbar.

Responda a cada afirmação numa escala de 1 (discordo totalmente) a 5 (concordo totalmente).

Nota: Este instrumento inclui uma Parte C (exercício prático) que deve ser aplicada presencialmente por um avaliador. O score online cobre as Partes A e B (máximo 120 pontos).

01

Consigo explicar, em linguagem simples, como o sistema de IA que uso chega aos seus resultados

02

Sei distinguir entre correlação e causalidade nos outputs que recebo

03

Compreendo o que significa um intervalo de confiança e uso-o nas minhas decisões

04

Sei identificar quando os dados de input são incompletos ou enviesados

05

Nos últimos 3 meses, questionei activamente um output de IA antes de agir

06

Sei formular perguntas ao sistema que testam a robustez do resultado

07

Consigo identificar situações em que o modelo provavelmente falha (edge cases, mudanças de contexto)

08

Quando o output da IA confirma a minha intuição inicial, verifico se não estou a ser vítima de viés de confirmação

09

Antes de usar um output de IA, considero se os dados de treino são representativos do contexto actual

10

Sei quando é apropriado fazer override da recomendação de IA e documento as razões

11

Conheço as limitações específicas dos sistemas de IA que uso no meu trabalho

12

Consigo explicar a diferença entre automação (Tier 1) e apoio à decisão (Tier 2/3)

13

Consigo identificar pelo menos 3 vieses cognitivos a que sou pessoalmente susceptível

14

Reconheço quando estou a tomar uma decisão por hábito em vez de por análise

15

Sei distinguir entre confiança genuína e excesso de confiança nas minhas decisões

16

Peço activamente opiniões contrárias antes de decisões importantes

17

Antes de uma decisão complexa, identifico explicitamente os critérios que vão pesar

18

Considero rotineiramente alternativas que contradizem a minha posição inicial

19

Documento o meu raciocínio em decisões importantes — não apenas o resultado

20

Faço revisão periódica de decisões passadas para identificar padrões (bons e maus)

21

Quando atribuo um nível de confiança a uma decisão, esse nível tende a corresponder ao resultado real

22

Consigo reconhecer quando não tenho informação suficiente e peço mais dados em vez de decidir com o que tenho

23

Sei ajustar a minha abordagem quando as condições mudam durante o processo de decisão

24

Tenho consciência de quando a pressão temporal está a comprometer a qualidade do meu juízo

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